Resenha: The Kiss Of Deception – Mary E. Pearson

Resenha:

Arabella Celestine Idris Jezelia, Primeira Filha da Casa de Morrighan, estava prestes a se casar com o príncipe do Reino de Dalbreck, um reino que possui muitas divergências com o da princesa e, por isso o casamento entre os dois criaria uma aliança que faria os reinos se unirem e lutarem contra seus inimigos, os bárbaros. Contudo, Lia (como prefere ser chamada) decide mudar o rumo da sua própria história e para realizar seu sonho de ser livre e fazer o que quer, ela foge no dia de seu casamento.

Lia foge junto com sua amiga e dama de companhia Pauline para uma cidadezinha chamada Terravin, onde tudo é simples e jamais a reconheceriam. O que Lia não sabe é que além dos soldados de seu pai, existem mais pessoas atrás dela e algumas dessas pessoas desejam apenas o mal da garota.
Com o tempo passando e com a ajuda de Berdi e Gwyneth, Lia e Pauline conseguem um lugar para morar, amigas de verdade e um emprego em uma taverna, onde em um dia que parecia como outro qualquer, dois cavalheiros chegam e por incrível que pareça, os dois atraem o olhar de Lia. Agora, com a amizade, carinho e proteção dos dois – Rafe e Cal – Lia precisará escolher apenas um para ser seu amado e essa escolha não parece ser tão difícil quando seu coração parece já ter se apaixonado por um deles. O único problema é que um deles deseja sua morte e o outro é o príncipe, denominado anteriormente de sapo, pela própria Lia.
Quando finalmente Lia decide com quem irá passar seus dias em Terravin, uma surpresa desagradável surge, fazendo a garota mudar totalmente a rota de seus planos. Todavia, enquanto ela se dirige para seu destino inevitável, seu assassino surge e agora sua única esperança é conseguir fugir das mãos de quem sempre a enganou.

Opinião:

Confesso que até o assassino e o príncipe serem revelados eu estava segura de que já sabia quem era quem, pois o livro é narrado por Lia, Rafe, Cal, o assassino, o príncipe e às vezes Pauline. Portanto, se você tentar juntar alguns pauzinhos, acaba “descobrindo” quem é quem. Porém, quando a revelação apareceu fui surpreendida, pois minha suspeita estava errada. Ou seja, quando falam que você não sabe quem é o assassino e quem é o príncipe, estão certos. 
O livro The Kiss of Deception, apesar de ser sobre reinos, coroas e tudo que consideram clichê e bobo, é completamente surpreendente e bom, diferente das outras distopias. Lia não é uma princesa comum, pois apesar de ser bondosa, ela é justa, inteligente e corajosa e, até sua dama de companhia é uma personagem forte. Simplificando: todos os personagens foram bem trabalhados, cada qual com suas qualidades e defeitos, que os faziam nos surpreender com suas atitudes.
Obviamente, como se é notável, a diagramação do livro é perfeitas, sem falar nos “presentinhos” que vieram no meu livro e que eu acredito que venham em todos, veja eles nas fotos. E embora o livro seja um pouco caro, garanto que vale a pena comprar e, como o segundo livro dessa trilogia será lançado no final desse mês (Outubro), portanto vale a pena gastar um pouquinho com esse primeiro.

Frases:
“Pode-se levar anos para moldar um sonho, mas é preciso apenas uma fração de segundo para despedaçá-lo.”
“Às vezes um dom requer um sacrifício imenso, mas não podemos dar as costas a ele, assim como nossos corações não vão parar de bater.”
“Se a gente não pode confiar em uma pessoa no amor, não podemos confiar nela para nada.”
“Às vezes, somos levados a fazer coisas que achávamos que nunca seríamos capazes de fazer.”
Autor: Mary E. Person.
Editora: DarkSide.
Páginas: 384.

Compre online: Saraiva. Submarino.

A única coisa que eu não compreendi muito bem foi a capa do livro, pois para mim a pessoa principal da capa é Pauline, a dama de companhia, então ?? Contudo, é um livro rápido que te cativa logo nos primeiros capítulos, faz você se interessar pela história e morrer de curiosidade pelo que irá acontecer no futuro e, além disso, é uma ótima fonte de inspiração. 
Espero que tenham gostado e que tenham a chance de ler nosso queridinho darkcrush.

Resenha: HQ Entre Umas e Outras – Julia Wertz

Resenha:
Julia Wertz, 25 anos, baixinha, quadrinista e desastrada, morava em São Francisco e tinha uma vida pacata (na medida do possível) e clichê, com direito a muita bebida alcoólica e a desenhar seus quadrinhos quando quisesse. Contudo, ela um dia se cansou dessa vida parada e “extremamente” confortável e decidiu se mudar para Nova York, onde ela acreditava que tudo iria melhorar.

Porém, obviamente, como toda garota que se joga de cabeça em uma cidade grande, Julia passa por muitos problemas até conseguir acertar e ajustar tudo e, ela ainda possuía consigo seu incrível e grandioso azar. Em NY, ela conseguiu empregos dificultosos, como entregar pizzas em uma bicicleta (não importa como o clima estivesse) e morou em lugares horríveis, sofreu por não conseguir crescer na vida, fez das bebidas alcoólicas constantemente seu refúgio e até se viciou em séries consideradas “mulherzinha” para ela. Sem falar que, fora seus problemas pessoais e catastróficos, Julia também tem um irmão usuário de drogas, um padrasto com câncer, uma mãe exigente e um pai afastado. Todavia, nada disso a impediu de continuar tentando crescer na vida e de continuar fazendo o que gosta: desenhar. E foi com esses desenhos que ela conseguiu publicar seu primeiro quadrinho – The Fart Part – e ter um pouquinho da sensação de alcançar algo que tanto almejava, o que ela só não imaginava é que uma coisa muito bacana e que melhoraria a vida dela poderia acontecer através desse quadrinho, que inicialmente não fez sucesso algum.

Opinião:

O livro é sim bem clichê e melodramático, assim como de início a autora já havia nos avisado. Porém, ele também é ótimo para nos mostrar que podemos tirar algo bom de toda a confusão da vida. E como a história se passa em momentos críticos nos E.U.A., é possível aprender e memorizar alguns fatos importantes dos eventos ocorridos na época.
Julia é literalmente engraçada, de um jeito negro e que nos faz sentir pena, mas que nos faz querer rir. Ela é desastrada e realmente azarada, mas é também muita sabia no quesito de nunca se importar com a opinião das outras. Ela é o tempo todo quem quer ser, sem ligar para o que os outros irão falar. Julia faz aquilo que gosta, independentemente de saber que o ramo que quer seguir pode não dar certo e ela jamais desiste de tentar a sorte.
A HQ é rápida e foi muito bem elaborada, pois ela é sim uma autobiografia, mas não é nada parecida com as que vemos por aí. Ela é bem realista e na maior parte do tempo não mostra nada de bom sobre a vida, ela conta a verdadeira história da Julia e desses primeiros anos da jovem em NY. Por isso, se você está na fase de procurar apartamentos, término de faculdade, futuros que pareçam impossíveis, está bebendo álcool que nem maluco, é azarado ou simplesmente quer rir um pouco, indico essa HQ que querendo ou não nos dá um toque de coragem para realizarmos aquilo que temos vontade, mas que temos medo e assim, você terá pelo menos um empurrão para continuar seguindo em frente.
Trechos:

Autor: Julia Wertz.
Editora: Nemo.
Páginas: 208.

Compre online: Saraiva. Submarino.

Não sou muito de ler HQ, mas quando isso acontece tenho a sorte de só ler sobre boas historias! Se você pretende ler algo do tipo, não deixe de ler Entre Umas e Outras, tenho certeza de que diversão não vai faltar enquanto você estiver lendo. E caso você já tenha lido, me conte o que achou nos comentários!

Meninas Malvadas

Cady Heron nunca havia estudado em uma escola de verdade, toda a sua infância e adolescência ela havia estudado em casa e, por causa do trabalho dos seus pais ela morava na África, por isso o mundo adolescente é completa e totalmente um mistério para Cady.
Contudo, logo na 1º semana de aula, Cady faz amizade com duas pessoas – Janis e Damian – que ensinam para ela algumas coisas básicas sobre o colégio e as pessoas que estudam lá, mas falam principalmente sobre quem são as Poderosas, um trio de garotas malvadas que todo mundo odeia, mas que são invejadas, o que eles só não imaginavam é que Cady seria convidada a andar e conhecer essas garotas totalmente de perto.
Tudo começa a partir de quando Janis pede para Cady aceitar o convite e espiar as poderosas para ela e o amigo, contudo depois de Regina George trair a confiança da (até esse momento) inocente Cady, o que era uma simples espionagem, passa a ser uma grande sabotagem para destruir a rainha abelha das poderosas, a própria Regina.
Eles então começam a criar planos para tirar tudo de precioso que Regina possui, porém com essas armações, Janis e Damian começam a perder sua amiga Cady, que agora se tornou oficialmente uma poderosa. O problema é que Cady se esqueceu de quem é e do que gosta, passou a ignorar seus amigos verdadeiros e sua família e começou a magoar os outros, se tornou um verdadeiro clone da própria Regina.
Obviamente, quando Regina descobre toda a verdade, ela se vinga de uma forma que suas ex três amigas jamais imaginariam e, essa vingança pode não só acabar com as poderosas, mas sim com todos os grupos da escola.


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(“Isso é tão barro!”)

Recentemente, surgiu a notícia de que Meninas Malvadas irá virar um musical, que será estreado no ano que vem, provalmente com atores diferentes, mas com a mesma história. Esse futuro lançamento provocou em mim grande uma saudade gigantesca de quando eu vi o filme pela primeira vez, o que aconteceu quando eu tinha entre 6 e 8 anos. Obviamente, eu não entendia quase nada do contexto ou o porque de estarem fazendo tantas coisas malucas, então a única coisa que eu fazia enquanto assistia era tentar decidir se eu queria ser Regina George ou Cady Heron. Obviamente eu escolhia sempre ser Regina Geroge, por ela ser fantástica e loira (requisitos importantes para uma criança, infelizmente) e quanto a Cady, embora fosse fofa e bondosa, eu não lembrava nem o nome. E convenhamos que até quando a Regina bate em você, é irado.
O filme é bem fictício, cheio de dramas e futilidades, mas que o tornam muito divertido e marcante. Sem falar que é uma ótima escolha quando se quer relaxar e assistir a algo não muito pesado, que te faça rir e comentar com as amigas(os).

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(“Uma vez ela me deu um murro na cara… foi demais.”)
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(“Como eu começo a descrever Regina George?”)
Escolhi Meninas Malvadas, pois provavelmente todos já tenham assistido e como no geral, a maioria dos filmes antigos que eu falo aqui no blog, muitas pessoas não assistiram, achei legal comentar e relembrar sobre um filme que todos nós adoramos e que é falado até hoje. 
Sim, confesso ter puxado um saco enorme da Regina, mas convenhamos que a garota é a rainha do filme, mesmo que não seja a principal. Nosso ícone eterno e fonte de inspiração para muitas vinganças e sobre como devemos aliviar nossa raiva!

Resenha: Princesa das Águas – Paula Pimenta

Resenha:
Arielle Botrel aparentemente sempre teve tudo o que queria: irmãs que são cantoras famosas e são suas amigas, um pai ex campeão de natação que passou seu dom para ela e o amor e apoio do Brasil inteiro. Sempre que perguntavam sobre sua decisão de seguir o mesmo caminho que o pai, ela ficava feliz em dizer que as águas também eram seu lugar, porém Arielle sempre desejou cantar com suas irmãs e não é como se nossa princesa das águas não tivesse talento como elas, pois a garota possui a voz que faria qualquer um lembrar de sua falecida mãe, uma super ex cantora famosa.

Infelizmente, por motivos pessoais e especiais de mais, Arielle para de cantar ainda criança, contudo isso tudo muda a partir do momento em que um incidente acontece e ela é praticamente obrigada a cantar. O problema é que ela jamais imaginaria que se apaixonaria pela única pessoa da sua plateia e quando isso acontece, o mundo da nossa garota muda totalmente.
Agora, a princesa das águas terá que lidar com a vontade de se revelar para o mundo, mas fazer seu pai sofrer, contra a vontade de permanecer com sua vida normal e continuar sofrendo sozinha. O que ela só não esperava é que um grande evento poderia mudar tudo, incluindo sua forma de pensar, pois esse evento trouxe seu amado para ainda mais perto, porém também a aproximou de inimigas cruéis e insensíveis que farão de tudo para manter esse casal afastado e a medalha de ouro longe de Arielle.

Opinião:
Por ser um livro para um público bem abrangente, a Paula anda criando histórias que ao meu ver estão meio bobas. Porém, se você está procurando um livro leve, que não tenha muita complicação ou mistério, Princesa das Águas é perfeito. Afinal, o livro por se passar no universo de Arielle, somente possui dramas adolescentes que seriam quase impossíveis de acontecerem na vida real.
Mas como eu disse, o livro é leve e é notável o quanto ele é fofo, basta olhar para a estética e diagramação dele que nos apaixonamos e temos vontade de abraçá-lo. Sem falar em todos os personagens que nos conquistam e muitas vezes nos arrancam sorrisos e, claro, não posso deixar de mencionar o personagem principal, que como todos os príncipes que a Paula cria, nos arranca suspiros com toda sua educação e beleza. Até mesmo a vilã ganha nossa compaixão, ou seja, o livro serve também para nos deixar com o coração mole.
A leitura flui bem rápido, pois embora o livro tenha muitas páginas, muitas delas contém mensagens ou artigos de jornais, desenhos e diálogos e, a letra utilizada é grande, o que é ótimo para nós ceguinhos de plantão. Então, se você se dedicar à leitura, em menos de uma semana você já terá terminado Princesa das Águas.
Para finalizar, quero relembrar que esse seria o 3º livro das princesas, mas que ele não é continuação de nenhum, embora todos tenham ligações que nos deixam surpreendidos.

Frases:
“Nenhuma lembrança que fizesse alguém triste podia ser considerada boa!”

“Nenhum amor não correspondido faz bem. Só serve para deixar as pessoas tristes e melancólicas, desejando algo que não podem ter.”
“Às vezes o nosso coração resolve tomar as rédeas da nossa vida e só nos resta aceitar.”

Autor: Paula Pimenta.
Editora: Galera Record.
Páginas: 368.

Compre online: Saraiva. Submarino.

É incrível o fato de eu ter sido fã da Paula Pimenta durante anos, mas ter resenhado pouquíssimos livros dela aqui! Na realidade, como eu considero as histórias meio bobinhas, acabei esquecendo de as colocar aqui no blog. Contudo, resolvi falar desse 3º livro da “saga” de recriação das histórias das princesas dos contos de fada que conhecemos, pois é sempre bom lembrar que também existem livros que ao invés de nos deixarem com o coração na mão, nos fazem sorrir.

4 Dicas Para Começar a Ler em Inglês

Quando a coleção com com capas diferentes de Harry Potter saiu, ainda não a tinham traduzido para o português e portanto, quando  eu a ganhei tive que ler em inglês, o que foi parcialmente difícil, afinal meu inglês não era tão avançado. Contudo, consegui reler a saga e minha paixão pela série aumentou ainda mais!
Então, hoje irei repassar alguns truques que eu aprendi para conseguir ler livros, gibis, revistas, HQs e etc em inglês ou até mesmo outras línguas.  



1- Ler o que você já conhece:
No início pode parecer entediante e bobo ler sobre uma história que você já conhece e até decorou, mas dessa forma fica mais fácil compreender o contexto, principalmente o inglês. Afinal, existem muitas palavras, gírias e expressões que são usadas que se traduzido ao pé da letra, ficaria totalmente sem sentido, mas conhecendo a história, as falas e os personagens, a leitura fica muito mais fácil.
Um exemplo de leitura fácil e rápida são os contos de fadas, que todos nós conhecemos as histórias e saberemos o contexto.


2- Ler todos os dias:
Tente ler ao menos um capítulo ou uma parte por dia quando arranjar tempo, pois se você ler ao menos uma frase ou um diálogo, o inglês vai começar a ser mais presente no seu cotidiano e quando você perceber, já vai ter terminado de ler o livro. E claro, dependendo da forma que você está lendo, é possível ler em todos os lugares que você for.

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(foto/reprodução Melina Souza)

3- Ler de acordo com seu nível:
Se você está começando agora, nem tente ler algo difícil e muito complexo. Comece com coisa básicas, que estão de acordo com o que você sabe e que você conseguirá compreender sem precisar consultar um dicionário. Depois de pegar a manha, comece a avançar. Leia histórias e livros que estão um pouco acima do que você considera seu nível, essa é uma ótima forma de aperfeiçoar seu inglês e ler livros que nem mesmo foram lançados no Brasil. 

4- Tenha um dicionário em mãos:
Consultar um dicionário é sempre ótimo quando não sabemos a palavra presente no texto, por isso é ótimo ter sempre um ao lado, seja no celular, tablet ou até mesmo um físico guardado na bolsa.
Óbvio que você precisa ter confiança e tentar ler sem consultar nossa fonte mágica de tradução de palavras, contudo sei como é difícil tentar entender uma palavra que parece totalmente fora do contexto (hahah).

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(foto/reprodução Karen Bachini)
Espero que tenham gostado das dicas e que elas possam ser úteis. Lembrando que a leitura é algo prazeroso e por isso você deve ler somente aquilo que te agrada, sem se estressar com a linguagem. Podemos começar de baixo lendo gibis, mas juro que um dia essa leitura meio bobinha vai ter valido a pena.
Relembrando que as dicas valham para todo tipo de língua (acredito eu), por isso desejo sorte à todos vocês e a mim, pois com certeza iremos precisar! 

Resenha: A Rainha Vermelha – Victoria Aveyard

Resenha:

Mare Barrow cresceu achando que vermelhos eram realmente inferiores aos prateados, pois a vida que eles levavam era totalmente diferente do luxo e conforto que os “deuses” prateados recebiam. Por exemplo: quando completam 18 anos, os jovens são mandados ao exército, o que não é obrigatório para os prateados. Ela passou o tempo todo roubando e se desvencilhando dos problemas que ser um vermelho causa, viveu todos os dia a sombra da sua irmã, que por trabalhar, poderia dar um futuro melhor a família e passou cada minuto com saudade dos 3 irmãos que haviam ido para o exército. Contudo, um dia depois de a Guarda Escarlate fazer seu primeiro ataque e todos os planos de Mare irem por água a baixo, ela conhece um garoto chamado Cal e ele não é simplesmente um garoto vermelho, ele é alguém especial que poderá ajudá-la a ser e fazer algo melhor com sua vida.

O inesperado acontece e novamente muda tudo depois que Mare descobre não ser quem pensava, ela descobre que mesmo vermelha pode ser igual aos tão odiosos prateados. Nesse momento, Mare Barrow precisa se tornar Mareena Titanos, uma prateada perdida supostamente nascida e criada no meio de vermelhos.
Em meio a mentiras, danças, disputas e muita desconfiança e rebeldia, a história da menininha elétrica vai se desenrolando. E agora, em meio a ataques rebeldes, controles mentais e um Novo Mundo, será difícil manter as aparências perante os orgulhosos e poderosos prateados, enquanto ela sabe que existe um povo muito melhor que os prateados e vermelhos juntos.

Opinião:

É clichê e em todas as resenhas geralmente se encontra essa reação, mas as primeiras palavras que eu deveria soltar aqui nesse tópico, seriam inapropriadas, mas realmente muito expressivas! Pois, assim que eu terminei de ler o livro, eu não conseguia pensar em mais nada a não ser no quanto eu havia sido iludida e na quantidade de tempo que eu havia perdido por não ter lido A Rainha Vermelha antes.
“Mas pera aí, como assim iludida?”. É simples: quando você começa a confiar em alguém ou começa a querer que algo aconteça, a história tem uma reviravolta inacreditável, fazendo você voltar à estaca zero. Ou seja, você é iludido pelos é junto com os próprios personagens!
A Rainha Vermelha é o livro de lançamento da escritora Victoria Aveyard e é inacreditavelmente maravilhoso para um primeiro livro. A garota, jovem e inexperiente, conseguiu arrancar sentimentos que muitos leitores ainda não haviam experimentado com outros livros. A escrita dela é bem detalhada, mas apenas com os detalhes que serão essenciais na construção da história e dos personagens. Sem falar na criatividade na hora da escolha dos poderes e de como cada ato se desenrolaria.
Por ser uma distopia, é parecido com outros livros, porém não é nada muito relevante e esses aspectos só fortalecem a história. 

Frases:
“Para conhecer alguém você tem que conhecer seus medos.”
“Este mundo é tão perigoso quanto belo. Quem não é útil, quem comente erros, pode ser descartado.”
“É da nossa natureza destruímos. É a constante da nossa espécie. Não importa a cor do sangue, os homens sempre cairão.”
“Uma vez eu lhe disse para esconder seu coração. Você devia ter escutado.”

Autor: Victoria Aveyard.
Editora: Seguinte.
Páginas: 424.

Compre online: Saraiva. Submarino.

Estou terrivelmente desesperada para comentar o livro com alguém e infelizmente desconheço quem já tenha lido. Ou seja, minha única esperança são os comentários de vocês! #saveThaísAmaral
Espero que tenham gostado da resenha desse livro cheio de sangue, mas da realeza e que se não leu possa e consiga ler imediatamente! E caso você já tenha lido, por favor entre em contato comigo. Minhas redes sociais estão na barra lateral e eu ficaria muito feliz em comentar a história junto com você!

+3 vilões que deveríamos odiar, mas gostamos

Alguns meses atrás eu fiz um post sobre 3 vilões que deveríamos odiar, mas gostamos e infelizmente deixei vários de fora do post. Contudo, hoje voltei com mais 3 importantes “vilões” da história literária e já adianto ter sido bem difícil escolher apenas 3.
Ah, caso você ainda não tenha visto o primeiro post e queira ler antes de iniciar a leitura do segundo, basta clicar aqui e, por favor, não se revolte com minhas escolhas no post e volte para ler esse!
Agora para você que já está adiantado ou não está interessado no primeiro, vamos lá:

Cam, saga Fallen – Lauren Kate:

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Harrison Gilbertson, ator que interpretará Cam na adaptação de Fallen.

Depois do trailer bombástico de Fallen, eu não poderia deixar de citar nesse post, o vilão mais fofo e romântico que existe no mundo literário. Cam, possui nossa atenção logo nos primeiros capítulos em que aparece, com ar misterioso e problemático, que às vezes nos fazem derreter de tanta curiosidade e amor. E nem me diga que o garoto não mexeu em nem um segundo com você, pois até a Lucy, Cam quase conseguiu iludir.
Cam é mais que um bad boy sinistro que muitas vezes atrapalha o casal principal, o garoto é um anjo caído. Ou seja, além de toda tensão de tê-lo por perto, ainda precisamos lidar com seu poder angelical e, claro, como todo vilão que se prese, Cam arranja muitos problemas que testam constantemente nossa paciência.

Bellatrix Lestrange, saga Harry Potter – J.K. Rowling:

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Helena Bonham Carter, atriz que interpretou o papel da Bellatrix nos filmes Harry Potter.

Primeiramente, sem muitos alardes com essa escolha, pois pensei bem antes de colocar essa vilã maluca e terrível aqui.
Não irei citar os mortos, mas Bellatrix destruiu a vida de muitos bruxos queridos e se não fosse por Molly Weasley, teríamos perdido a mãe da nossa Criança Perdida. E claro, não vou dizer que amo essa vilã, mas é quase impossível não ficar desacreditado com as atitudes dessa desastrada e maldosa bruxa. Pior que a Queca, porém incontestavelmente notável.
Os 14 anos em Azkaban tornaram uma bruxa que antes era refinada em uma mal cuidada, assassina que agia sempre por impulso e. não podemos deixar de mencionar sua habilidade com a Maldição Cruciatus, usada pela própria para torturar nossa doce Mione.

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Celeste Newsome, saga A Seleção – Kiera Cass:
Só de citar esse garota fantasticamente árdua, batalhadora e invejosa, tenho saudade de vê-la implicando com nossa rainha America. Passamos dois livros inteiros tento raiva da garota mimada que lutava com todas as forças por aquilo que almejava e quando os capítulos finais do livro A Escolha chegam, nos mostram algo capaz de partir corações, algo que nos fez chorar e nos revoltar.
Quando Celeste chega a seleção, acreditamos fielmente na sua maldade e torcemos para que ela seja expulsa do palácio, mas quando a ela prova ser apenas uma garota doce, necessitada de amizade e atenção, passamos a entender todas as suas trapaças, contudo quando isso acontece é tarde de mais. Ou seja: todo o tempo que odiamos a garota, era na verdade para estarmos a amando e, mesmo com toda a explicação de seus atos, é bem difícil deixar de esquecer o quanto ela foi vulgar e terrível durante o início da saga. Basicamente, não deveríamos perdoá-la facilmente, pois tudo foi feito com base no querer dela, porém fica bem difícil resistir a sua explicação.

Como eu citei ali no texto do primeiro personagem, o trailer de Fallen já saiu, mas como não houve grande divulgação, não tem problema você ainda não ter visto e caso esteja curioso, assista o trailer legendado clicando aqui.
Receio que esse já seja o último post sobre esses vilões, pois pretendo fazer o inverso do título. Portanto, espero que tenham gostado desse post e da escolha dos personagens, e já aviso: se preparem para entrar no mundo dos mocinhos enjoativos.

Resenha: Boa Noite – Pam Gonçalves

Resenha:

Alina sempre foi a famosa nerd excluída da turma no colegial. O que ela não ligava em ser, pois sabia que era realmente dessa forma e não pretendia mudar aquilo em sua pequena cidade. Contudo, quando Alina se muda para outra cidade, mais especificamente para a República das Loucuras, para fazer faculdade de Engenharia da Computação, tudo muda. Na verdade, Alina quer que mude e se esforça para que isso ocorra.

Com a ajuda dos moradores da república, o casal frenético Talita e Bernardo, a maluca e simpática Manu e do quieto e bonito Gustavo, Alina começa sua transformação. Ela passa a ter mais atitude, a se socializar e ainda a lutar com veracidade por aquilo que acredita e, no meio de uma sala de aula que só possui 4 mulheres e o restante homens, isso pode ser bem difícil, afinal ainda vivemos em um mundo onde mulheres não são consideradas tão inteligentes quanto os homens e “devem ficar apenas em casa fazendo tarefas domésticas”.
Em meio a confusões e desabafos constantes, uma nova droga surge. Uma droga que desmaia garotas, para que os garotos possam se aproveitar delas em festas e em qualquer lugar. Contudo, na sala de Engenharia da Computação temos 4 mulheres que lutarão pelos seus direitos e farão o possível para ajudar todas as mulheres que precisam e querem paz.
Opinião:
Como já se pode notar na resenha, o foco principal não é nenhum romance. Claro, tem casais super fofos de todos os tipos, o que já nos permite perceber que o livro também é contra o preconceito e em algumas cenas, até tenta mostrar como isso é terrível. Porém, a história não se desenrola ao redor dos romances e sim foca na sororidade e na busca pela igualdade entre os sexos.
Tem muita confusão e através de Alina, conseguimos sentir exatamente o que se passa nesse meio todo. Passamos a adquirir mais solidariedade e a enxergar mais abertamente que existem pessoas ruins, mas que também existem as boas. Depois de ter lido, você sente que cresce interiormente, pelo menos foi assim comigo.
Contudo, eu acredito que esperava um pouco mais da Pam… Achei a história muito boa, porém curtinha e acho que muitos personagens poderiam ter sido explorados melhor. Na realidade, acredito que eu superestimei o livro e tive uma baita surpresa ao iniciar a leitura. Não vou criticar a escrita, pois a achei muito boa, direta, detalhada, mas sem enrolação, o único problema é que fica óbvio que algumas coisinhas estavam ali para preencher o livro, como os espaços entre capítulos.
Frases:
“Eles dizem que só querem nosso bem, mas fica difícil quando não querem nem mesmo pensar no que nós queremos.”
“Nem sempre o que parece divertido é o mais inteligente.”
“(…) É, tipo, quando você gosta muito de uma música. Não quer ouvir com qualquer um, não é?”
Autor: Pam Gonçalves.Editora: Galera Record.
Páginas: 240.

Compre online: Saraiva. Submarino.
Enfim, recomendo que leiam o livro e tirem suas próprias conclusões, pois o livro é daqueles que desperta os mais variados sentimentos em cada pessoa. Portanto, você pode não concordar com minhas palavras, mas acredite: Boa Noite realmente me fez passar por uma montanha russa de emoções.
Espero que tenham gostado e que voltem mais vezes para ler minhas humildes palavras!

Bienal do Livro SP 2016: Compras Literárias

Já irei começar avisando que esqueci de colocar 2 livros nessa pilha e eu só percebi agora (choremos), porém coloquei os dois separadamente.
Antes que todo mundo ache que eu fui louca de comprar tantos livros e que provavelmente eu gastei uma fortuna, afinal alguns estavam caros e a crise detonou todo mundo, quero dar uma dica importante: economize! Não só na hora de granjear os melhores preços para saber se deve ou não levar o livro, mas sim antes do evento (qualquer um), guarde aquelas moedinhas do troco e as moedas perdidas pela casa. Todo valor ajuda, sério!
Também preciso relembrar que fui no último dia de bienal e por isso encontrei promoções maravilhosas e, como essa bienal pegou o final e o início dos meses, tive muita sorte de ter guardado dinheiro para os dois fins de semana que fui.

Nos dois livros à cima, O Desafio de Ferro – Holly Black e Cassandr Clare e Colin Fisher – Ashley Edward Miller e Zak Stentz eu paguei R$10,00 na Ciranda Cultural. Dá para acreditar? Dá sim, pois tinham vários outros que eu não comprei, mas quase levei todos! E obviamente, com esses preços, o estande estava uma loucura e estava quase impossível circular lá dentro.

O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares – Ransom Riggs. R$20,00.
Esse eu comprei no próprio estande da editora, mas pude ver que em todos os estandes o preço era o mesmo.
Esses dois eu comprei no estande da própria editora e paguei muito barato, pois como Boa Noite – Pam Gonçaves era lançamento nacional estava muito caro, porém com o desconto promocional, paguei R$20.00 e Cidade do Fogo Celestial – Cassandra Clare, além de ser o último da saga, é edição holográfica (por isso os brilhos maravilhosos) e eu paguei apenas R$30,00.
O Presente do Meu Grande Amor foi um achado maravilhoso. Todo mundo sabe que por conter contos de vários escritores, o livro vive com o preço alto, contudo no estande da Intrínseca, ele estava sendo vendido por apenas R$5,00.

O que falar desse livro que nem li, mas já amo? Esse eu realmente estava desejando de coração e quando o vi no estande do Submarino por apenas  R$30,00 tive que dar um jeito e levar. Pois, edição capa dura, com poster e marcador de The Kiss Of Deception – Mary E. Pearson por esse valor é realmente um milagre, afinal geralmente ele costuma custar R$50,00 em qualquer livraria.

Meus 15 anos – Luiza Trigo, é o primeiro livro de uma coleção e eu precisava o ter autografado e na minha estante junto com os outros. Sim, é meio bobinho e é super curtinho, mas a leitura é tão leve que vale a pena o ter na estante para momentos de descontração. E como eu já o li, em breve terá resenha. O valor pago foi R$20,00.

Uma Canção Pra Você também da Luiza Trigo é o terceiro da coleção que acabei de citar, porém esse estava sendo lançado e por isso paguei R$25,00. Não achei caro, pois a autora estava lá autografando com o maior carinho e qual é? Às vezes a gente paga até mais em uma pizza…

A Rainha Vermelha – Victoria Aveyard, O Herói Perdido – Rick Riordan e Princesa das Àguas – Paula Pimenta foram também uma das minhas melhores compras na Bienal de SP, pois todos estavam pela metade do preço e eu consegui pagar R$15,00 em cada. É permitido surtar, viu?

Os livros Sábado à Noite 2 e 3, obviamente fazem parte de algo. Eles são integrantes de uma trilogia e eu finalmente pude lê-los e em breve trarei resenha do primeiro aqui. Eu paguei nos dois R$50,00. Barato, considerando que a Babi Dewet estava bombando por causa do lançamento de Sonata em Punck Rock que eu paguei R$25,00 e que já tem resenha aqui no blog (leia clicando aqui). E é claro que eu preciso destacar que tenho todos os livros da Rainha dos Livros sobre Música autografados (grito!).

Ao todo foram 15 livros comprados e estou realmente feliz por já ter conseguido ler 6, que é uma vitória considerando todos os afazeres. E, pela primeira vez aqui no blog, não estou preocupada em ver que o post é grande de mais, afinal é uma mega vitória ter todos esses troféus no blog e na minha estante, quem concorda levanta o braço o/. 
Mas e você? Foi na bienal e fez a festa ou só comprou os que realmente queria? Já leu algum desses e recomenda que eu leia primeiro? Conte-me tudo aí nos comentários, vou ficar genuinamente feliz em ler e te responder!

Bienal do Livro SP – 2016 #2

Contradizendo totalmente o que eu disse sobre dar cambalhotas nos corredores do Pavilhão do Anhembi por estar bem vazio, o último dia de Bienal do Livro foi enlouquecedor, mas isso já era de se esperar. Afinal, os preços dos livros, HQs, revistas etc desceram ladeira abaixo, para a felicidade de nós leitores e bookaholics de plantão. Para você ter noção, alguns estandes tinham fila para poder entrar, se não o tumulto dentro deles iria ser grande.
Soube também de alguns escritores que estavam presentes, mas a maioria não era tão famoso a ponto de que tudo se tornasse uma grande bagunça, com pessoas correndo e gritando. E acreditando que a maioria das pessoas estavam ali pelas promoções e descontos, afirmo que muitos deixaram de participar dos eventos para irem aproveitar direitinho cada estande.

Como foi meu – tecnicamente – segundo dia na Bienal e como eu já havia feito um post (clique aqui para ver a primeira parte), aproveitei esse dia de “folga” para tirar fotos de painéis ou decorações que eu gostei e para mostrar um pouquinho além dos estandes por fora.
Creio que no meu primeiro dia, como eu fui para ir em algumas sessões de autógrafos e para ver pela primeira vez os estandes, acabei me cansando bastante e deixei de xeretar alguns cantinhos escondidos. Como por exemplo: havia um mini estande dedicado apenas ao livro O Pequeno Príncipe e, lá haviam vários objetos muito fotogênicos. Veja algumas fotos:

Ainda falando de estandes, o da Rocco foi o que mais me encantou, pois embora estivesse meio pequeno, tudo estava bem organizado com exposições de objetos maravilhosos! Sem falar nos preços, que mesmo no primeiro dia estavam baratos e quando o último chegou, ficaram ainda mais baratos. Ah, pelo estande também tinha um espaço para escritores ficarem e darem seus autógrafos e ainda, havia um “mural” na lateral com a plataforma 9 3/4 da estação King’s Cross de Harry Potter.
Para encerrar, eu juro que o próximo post sobre a bienal será o último e não terá nada a ver com estandes, pois embora essa bienal tenha me encantado, vocês já devem estar enjoados de tanto ler meus textos e ver fotos sobre tudo isso!
Espero que tenham gostado dos posts sobre os estandes e como foi a bienal desse ano em SP e sobre esse assunto, só ano que vem ou em 2018.
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